sexta-feira, 30 de abril de 2010

Fernando Catatau & Legião Urbana


@Fortaleza, 31~01/12~01/09~10, Reveillon Fortaleza 2010

Este próximo arquivo de áudio não é, propriamente dito, do Cidadão Instigado. Mas é uma versão com muito sentimento e, por sí só, histórica. Garanto que muitos que curtem Cidadão também curtem Legião. Garanto que o próprio Renato ficaria honrado com esta versão. Então, lá vai ela: Fernando Catatau & Legião Urbana tocando "Tempo Perdido".

http://www.4shared.com/audio/JHZqcJRS/Tempo_Perdido_-_Legio__Catatau.html

Capítulo 1 – O ponto de partida de um ciclo

(Maria Helena Silveira · Recife, PE, 9/7/2006)

Lembra daqueles livros de infância que vinham com uma fita para você escutar a história? Substitua o livro por um encarte e a fita por um cd. Agora ligue o som, pegue o encarte e prepare-se para conhecer personagens que variam desde um menino que não queria chorar e por isso ligou pro presidente até a solidão de um homem na corda bamba. Uma voz inconfundível anuncia: “O ponto de partiiiidaaaaa”. Tem início o Ciclo da Dê.Cadência de Fernando Catatau e do Cidadão Instigado e, nosso leitor-ouvinte é transportado para esse outro mundo.

PARTE I – O põe.tu de parto.ida

Uma parceria de Lampião com Stevie Ray Vaughn, se o primeiro fosse músico e se ambos estivessem vivos em 2001. Acrescente um fortalezense com um sotaque carregado e uma voz meio desafinada dizendo bem alto “Ô coisinha tão bonitinha do pai. Ôôô coisinha linda. Ô Meu Deus do Céu”. Essa é “O verdadeiro conceito de um preconceito”, música de abertura do cd.

Os triângulos de Rian Batista juntamente com as congas de Simone Soul vão dando melodia a primeira faixa do cd. Tudo isso contando também com os que compõem o Cidadão Instigado só poderia ter um resultado: música de qualidade.

A autoria dos componentes desse Ciclo é somente de Catatau, exceto pela faixa seguinte, que é uma parceria com Regis Damasceno. “Lá fora tem um lugar que me faz bem e eu vou lá...”, vem com a base nos violões e uma letra simples que é recitada por Catatau com gemidos, gritos, agudos e afins.

PARTE II – Ir.luz.on

Enquanto escuta os três minutos iniciais de música instrumental, o leitor-ouvinte aproveita e acende um cigarro. Catatau então anuncia a história seguinte “O caboré e o presidente”. Em meio aos metais ele continua: “Minha gente agora vou lhes contar uma história diferente. De um menino que num queria chorar e ligou pro presidente”.

Ao longo dos quase doze minutos, Catatau vai conciliando o ritmo das palavras com o dos instrumentos e o personagem ganha vida na mente do leitor-ouvinte que está ali, escutando, lendo e vendo os desenhos.

Virando o encarte e seguindo as setas, ele acompanha agora a história de um cara que está no chão, caindo em falso, assoprando e continua lá, no “Chão”. Um reggae psicodélico chega e Catatau parece que está correndo mesmo até não ficar mais seguro.

PARTE III – Parte.indo o ser

“Chão” emenda com o narrador anunciando a próxima parte: “Partindo o ser”. Uma balada dançante começa. O leitor balança os pés e vai virando o encarte de ponta a cabeça e seguindo mais uma vez as setas para acompanhar a “Minha imagem roubada”. A brincadeira com as palavras e sílabas é escrita exatamente como Catatau vai contando “Di – di – gen – sim – ti – telé apenas eu e minha imagem roubada”.

Chega então “O homem na corda bamba”. Um cantador anuncia que “Olhares espaciais varam a noite na mesma triste agonia de um ser humano que arrasta um cobertor e que quando chega o frio convive sozinho com a própria dor”. Assim vai se desenrolando esse conto, e, a mistura de vários estilos característica do Cidadão Instigado, logo chega fazendo o leitor-ouvinte se deparar com algo inusitado. Para saber como esse conto termina, só perguntando ao leitor-ouvinte ou escutando você mesmo. Eu me reservo ao direito de não revelar.

PARTE IV – A mente.ira

As pessoas gritam e Catatau fala: “Zé Doidiimmmmmmmm – Você tem apenas uma máscara. Mas Zé Doidiimmmmmmmm – Toda máscara arrebenta no elástico”. Ele chegou. O tão famoso “Zé Doidim” (que voltará mais tarde em outra viagem, mas isso são cenas dos próximos capítulos, ou das próximas resenhas, se você preferir). É na faixa oito que esse personagem é apresentado pela primeira vez. Em quatro minutos Catatau conta quem é Zé Doidim e toca um reggae, mas dessa vez diferente do já citado. Um reggae intercalado com trechos instrumentais que têm os metais e a bateria como base.

O leitor-ouvinte então vira o mini-livro mais uma vez e lê na vertical “Você e eu”. O autor então recita uma espécie de poema com alguns efeitos sonoros.

Um baixo começa e sua base vai correndo solta durante o um minuto e meio de introdução da faixa dez. “Faith I don’t give it but hey rich man you’re still going to smell your own Wind”, com direito a um trecho em inglês Catatau vai contando uma crônica com o título de “Vento é dinheiro enquanto não sai por detrás e entra venta adentro”. Uma parte interessante dessa faixa é o diálogo com várias pessoas falando ao mesmo tempo, que aparece ao longo da música.

PARTE V – O põe.tu de parto.ida

Aquela voz inconfundível do início anuncia novamente “O ponto de partiiiidaaaaa”, mas dessa vez com um choro sofrido por ter chegado o final do Ciclo. Como não podia deixar de ser, o Ciclo acaba onde começa.

Catatau recita “Há decadência” ao mesmo tempo e em compassos diferentes. Com sons simples para que o leitor-ouvinte preste atenção no que está sendo falado. A forma como é escrito “decadência” no encarte é interessante e eu não vou lhe contar para despertar a sua curiosidade.

Virando pela última vez o mini-livro, na vertical agora ele acompanha “Todas as vozes do mundo” contando sobre o silêncio que é “A voz do mundo. É a voz pro surdo”. A faixa treze intercala entre partes faladas e outras cantadas. Esse jogo de Catatau é bem interessante e a forma como se decidiu compor esse casamento é bem sucedida.

Os quatro minutos finais vêm em meio a sons curiosos, gemidos e gritos com o Cidadão Instigado apresentando a versão elétrica de “Lá fora tem...”.

O leitor-ouvinte vê que agora está tudo em silêncio. Olha para o som e lá marcam exatos 64:38. Mais ou menos uma hora se passou e em meio aos devaneios de Fernando Catatau que lhe contou crônicas e contos além de ter lhe recitado poemas, ele olha para o lado e vê ali, “Cidadão Instigado e o método tufo de experiências”. Mas isso é outro capítulo...

(texto originalmente publicado no site O Dilúvio - http://www.odiluvio.com.br/)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

Cidadão Instigado

(Portal Coquetel Molotov Por: Ana Garcia, 04.03.2006)

“Desde o último disco, Ciclo da Dê.cadência (Instituto/YBrazil), eu praticamente parei o Cidadão Instigado”, conta Fernando Catatau. “Eu meio que me abusei de tudo, não estava mais a fim de fazer aquilo, até pensei em mudar o nome da banda”.
Mesmo? Para qual?
“Eu ia usar o meu nome. Foi meio... Acabei que cheguei num consenso comigo mesmo e achei legal. Continuei o nome Cidadão Instigado e mudei a forma de criar músicas, achei um caminho”.

A QUINTA-FEIRA no Milo Garage, em São Paulo, normalmente é concorrida e o lugar fica tão cheio que é comum ver os atrasados do lado de fora, barrados na porta, esperando que alguém resolva sair para que possam, enfim, entrar. Já ciente da fama do local, cheguei cedo e garanti pelo menos a entrada. E nessa noite, o diminuto espaço estava mais apertado do que nunca. A chuva havia inundado o bar e, portanto, as pessoas se acumulavam no pequeno salão e se espremiam contra as grades para pegar uma bebida na piscina que um dia fora o bar. Mas você sabe que a gente ignora tudo isso quando o som é de primeira. E o dessa noite foi da melhor qualidade. Fernando Catatau trouxe a formação completa para o lançamento do Cidadão Instigado e o Método Túfo de Experiências (Slag): ele na guitarra; Régis Damasceno no violão, guitarra e teclados; Rian Batista no baixo; Clayton Martin na bateria; e a ocasional participação de Thomas Rohrer na rabeca. Músicos de primeira categoria para interpretar as criações de Catatau. A química entre a banda é impressionante, o que torna tudo mais superlativo ao vivo. A proficiência de todos em seus respectivos instrumentos e o entrosamento entre eles ajuda a destacar ainda mais as qualidades da música que é tocada. E tudo isso é fundamental para as canções da banda, porque emoção é o que conecta os músicos com a platéia e é o que conduz o som.

Tudo isso fica ainda mais explícito na figura do líder da banda: o cearense Fernando Catatau. Baseando o repertório quase que inteiramente nas composições do segundo disco, o guitarrista consegue transformar sua apresentação numa experiência catártica. De fato, ele mergulhou completamente no brega e busca nessa música de AM – que dominava, durante minha infância, a cozinha da minha casa, e provavelmente a da casa dele também – o expurgo para as dores do coração. É tocante assistir ele interpretando suas músicas ao vivo. O rapaz parece sentir a dor que canta em cada célula do corpo. Cada nota emitida por sua guitarra me atingiu como um lamento, me fazendo divagar sobre minhas próprias dores. “Ô cabra pra sofrer!”, gritavam da platéia. Um verdadeiro expurgo emocional. Sessão de terapia perdia. Claro que não foi assim a noite inteira. Se tivesse sido, eu estaria chorando minhas mágoas até agora. Quando a banda resolve explorar fronteiras musicais, ela o faz com propriedade. Uma levada de guitarrada se alterna com uma batida de hip-hop, numa canção que se estica numa viagem psicodélica. Ou uma fábula incompreensível sobre um pinto com peitos que vira um pop de lascar e que gruda deliciosamente nos ouvidos. Tudo funciona ainda melhor ao vivo, muito por causa da carga emocional que é despejada nos acordes de cada canção. Nada é inocente, nada é fora de lugar, nada acontece por acaso. A interpretação delas ao vivo está longe de ser uma simples demonstração de como se tocam as canções. É muito mais do que isso. É uma experiência que te leva pelo singular coração de Catatau e que entorpece a platéia por tudo que acontece. Não que seja alguma coisa muito óbvia, o show é bastante simples, quase monástico. Na verdade, tudo se passa num nível mais abaixo, mais sutil de ser percebido, mas que tem um impacto maior. Garanto que me atingiu. Voltei para casa refletindo um pouco mais e sentindo um pouco mais. Saí de lá um pouco mais Catatau.

Apresentação ao Vivo

Re: Fernando Catatau


(Portal virtual "O Globo", 22/09/09 por Leonardo Lichote)

Fernando Catatau (no centro da foto aí de cima) está em dois dos melhores discos lançados este ano. Um é "Uhuuu!", de sua banda Cidadão Instigado (os caras da foto). O outro é "Iê iê iê", de Arnaldo Antunes, no qual ele é o produtor.

Quatro perguntas para ele:

(contrariando a lição primeira de uma boa entrevista, com perguntas maiores que as respostas)

O trabalho do Cidadão Instigado, com todas as suas particularidades, segue uma tradição de abertura da música popular brasileira, que vem dos tropicalistas e foi retomada com força no fim dos anos 90, em trabalhos como o do Los Hermanos. É a ideia de que existe uma riqueza enorme além da fronteira do chamado "bom gosto". Qual é a sua relação pessoal, emocional, estética, filosófica com essa música representante, supostamente, do "mau gosto" do povo (sobretudo o cancioneiro romântico popular da década de 1970)?

Quando comecei a compor as músicas do que seria o Cidadão Instigado em 1994, parti de um princípio muito importante pra minha pessoa, que era o de fazer sempre o que me fosse mais verdadeiro dentro das minhas crenças. Essa foi a base do Cidadão. Essa relação com o lado romântico da música é simples. Sinto assim e faço dessa maneira. Não tenho relação estética ou filosófica com o cancioneiro popular dos anos 70. Gosto de música romântica, Pink Floyd, Legião, Raul, Bee Gees...

Esse cancioneiro vem atraindo um interesse crescente nos últimos 10 anos, mas algumas vezes a partir de um viés de humor, quase da paródia. Como você vê essa abordagem?

Ouvir uma música e se emocionar é algo muito grandioso. Tem gente que ri, outras que choram, algumas tiram onda. Eu gosto, e isso é o suficiente preu continuar escutando e achando que é musica boa.

O que há na música brasileira produzida hoje, nesse terreno ultrapopular, que te interessa?

Otto, Júpiter Maçã, Ponto de Equilíbrio, Alcione...

Nas letras de "Uhuuu!", as imagens se alternam entre uma certa dureza (com ou sem elementos lisérgicos) e uma ternura triste (nas românticas). A partir dessa percepção, gostaria de saber: como você vê o futuro?

O futuro é algo que não se consegue ver. A gente imagina, mas ver mesmo nao dá. Na minha cabeça, quando penso em futuro me vem uma imagem confusa. O que víamos nos filmes futurísticos hoje ja é fato. Ainda faltam os carros que voam, armas de raio laser, os ets chegando na terra... Fico imaginando quando várias coisas dessas acontecerem. Vai ser muito doido.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cidadão instigado no 3º Festival Contato em São Carlos

EI, CATATAU!

(entrevista publicada originalmente no site da revista Trip em 27.01.2009, por: Ronaldo Bressane)



(Catatau sem barba no passaporte para não aterrorizar na alfândega)

“Aos seus olhos eu sou apenas um incômodo que veio do nada para empestar o mundo.” Assim Fernando Catatau, 37, se apresentava em O método tufo de experiências, seu premiado álbum de 2006, considerado o título do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte – e que colocou o guitarrista, compositor, produtor e cantor cearense no centro da cena musical brasileira. Perto de lançar o terceiro trabalho, o líder do Cidadão Instigado segue o mesmo incômodo – ou quase. “Sou um libriano obsessivo: fico totalmente focado num negócio, mas daí depois deixo pra lá. E nunca consigo decidir nada”, define-se, ecoando a característica de um dos personagens recorrentes de suas canções – o Zé Doidim.

Enquanto bebia um café fraco na Livraria da Vila, num intervalo entre a gravação do novo Cidadão Instigado e do próximo álbum de Arnaldo Antunes, que produz, Catatau filosofava. “Todo ser humano coloca máscaras. O El Cabrone, por exemplo, é um personagem meu que é caçador do Zé Doidim – mas os dois são faces da mesma personalidade. Todo ser humano é duplo”, avisa com modos tímidos o magrelo barbudo de feições árabes, tererês presos nos cabelos pelos ombros. Um homem-bomba em potencial, claro. E, esses personagens, como surgem? “Eu desenho que só, entendeu. Daí saem essas figuras, como o Pinto de Peitos – que as pessoas não acham estranho ter peitos, e sim ter o bico escuro. No próximo disco vai ter uma música sobre umas ovelhinhas que vão pulando uma cerca, mas não sabem que tem um abismo do outro lado... até que viram uma montanha de ovelhas: elas apodrecem e o mundo passa a ser dos tapurus, aquele verme, saca.”

O surrealismo é uma face natural da realidade para nosso Zé Doidim. Ele morre de medo de fantasma. “Já ouvi muito espírito vir falar comigo. Teve uma época que eu fiquei noiado com essas coisas. Acho que tenho sensibilidade para ouvir essas coisas. Uma vez viajei com DJ Dolores, e eu não queria entrar no nosso hotel porque estava cheio de mal-assombro. Era Brixton [Inglaterra], uma cidade cheia de espírito. Acredito mesmo nessas coisas. Sempre senti muito essas presenças. Escutava amigos me chamando... E amigos vivos! Mas nunca quis saber de trabalhar a mediunidade. Dizia pra mim: ‘Deixe pra lá!’...”

E, esse lado obsessivo, como é que funciona? “Ah, quando eu surfava, ia à praia às 6h e só saía às 19h. A mesma coisa com fotografia. Andava de skate, resolvi fotografar, comprei uma Pentax, um livrão grosso de fotografia, decorei todas as aberturas possíveis. Outra hora quis ser cozinheiro, só fazia cozinhar. Agora, eu tenho essa coisa de colecionar instrumentos...”, confessa o proprietário de, no momento, uma Hofner semi-acústica, uma Giannini craviola, uma Silvertone 1452, uma Electra, uma Finch Flying V... entre diversas outras. Em busca do timbre perfeito, Catatau não economiza com pedais, mesas de som, gravadores de rolo, baixos, teclados: “Eu tô sempre atrás de um cacareco”.

Cidadão instigado - Uhuuu! (2009)



http://www.mediafire.com/?dnqlnnlj22y
(upload por Hominis Canidae)

1)O Nada
2)Contando Estrelas
3)Doido
4)Dói
5)Escolher pra Quê?
6)Como as Luzes
7)Ovelhinhas
8)A Radiação na Terra
9)Deus é uma Viagem
10)Homem Velho
11)O Cabeção

Quem ama compra o original!

Cidadão instigado - E o Método Tufo de Experiências (2005)



http://www.mediafire.com/?bs7e2qwcdfdbpg6
(upload por Hominis Canidae)

1)Te Encontra Logo
2)Os Urubus Só Pensam em te Comer
3)O Pobre dos Dentes de Ouro
4)Silêncio na Multidão
5)Calma!
6)O Pinto de Peitos
7)Apenas Um Incômodo
8)Chora, Malê
9)Noite Daquelas
10)O Tempo

Quem ama compra o original!

Cidadão Instigado - O Ciclo da Dê.Cadência (2002)



http://www.mediafire.com/?oqzttmwnymy
(upload por Hominis Canidae)

1)Parte I (O Põe.Tu de Parto.Ida)
2)O Verdadeiro Conceito de um Preconceito
3)Lá Fora Têm... (acústica)
4)Parte II (Ir.Luz.On) - O Caboré e o Presidente
5)Chão
6)Parte III (Parte.Indo o Ser) - Minha Imagem Roubada
7)O Homem na Corda Bamba
8)Parte IV (A Mente.Ira) - Zé Doidim
9)Você e Eu
10)Vento é Dinheiro Enquanto Não Sai por Detrás e Entra Venta Adentro
11)Parte V (O Põe.Tu de Parto.Ida)
12)Há Decadência
13)Todas as Vozes do Mundo
14)Lá Fora têm...(elétrica)

Quem ama compra o original!

Cidadão Instigado - EP (1999)



http://www.4shared.com/file/155308193/d36f4f15/Cidado_Instigado_-_EP-1999.html
(upload por Hominis Canidae)

1)Tema do Filme "A Noite do Espantalho"
2)Um Nordestino No Concreto
3)Poeira
4)El Cabrone (O Caçador de Zé Doidins)
5)A Radiação na Terra

Quem ama compra o original!

PROPOSTA

Sejam bem vindos ao fã clube da banda Cidadão Instigado: Os Caçadores de Zé Doidins.

Nosso propósito é ajudar a divulgar materiais sobre seus integrantes. Sejam estes os mais diversos como entrevistas, biografias, fotos, letras, bootlegs e as principais novidades deste grande conjunto cearense. É importante salientar que em momento algum desejamos idolatrar os componentes do conjunto. Há apenas o intuito jornalistico e carinhoso de haver maior contato do material e da banda propriamente dita para com os fãs.

Portanto, se você obter algum tipo de material do Cidadão Instigado compartilhe conosco e se torne um Caçador de Zé Doidins você, também! Garantimos que os devidos créditos serão apresentados e a jornada histórica tal qual a maior parte dos outros fãs vai agradecer.

A maioria dos nossos bootlegs possuem áudios extraídos do Youtube, portanto, não se assustem. O intuito é apenas disponibilizar as canções de maneira portátil e em áudio.

UHUUU!